Governo adia regra do trabalho no comércio em feriados. O adiamento da regra do trabalho no comércio em feriados, anunciado pelo governo federal, trouxe alívio temporário para empresários e reacendeu o debate sobre direitos trabalhistas no setor. A decisão prorroga por 90 dias a entrada em vigor de uma norma que altera as condições para funcionamento do comércio em feriados e datas comemorativas, especialmente no que diz respeito à necessidade de negociação coletiva.
A medida foi publicada após pressão de representantes do setor produtivo e de parlamentares, que apontaram riscos de insegurança jurídica e impactos econômicos imediatos. Com o adiamento, o governo ganha tempo para ampliar o diálogo com empregadores, trabalhadores e centrais sindicais.
O que é a regra do trabalho no comércio em feriados
Para compreender o adiamento da regra do trabalho no comércio em feriados, é necessário entender o conteúdo da norma. A regra prevê que o funcionamento do comércio em feriados dependerá de acordo ou convenção coletiva firmada entre empresas e sindicatos dos trabalhadores.
Na prática, isso significa que a autorização automática para abertura, prevista em normas anteriores, deixa de valer, exigindo negociação formal. O objetivo declarado do governo é fortalecer a negociação coletiva e garantir melhores condições de trabalho.
O que muda em relação às regras anteriores
Até então, muitos estabelecimentos comerciais podiam funcionar em feriados com base em autorizações gerais ou legislações locais. Com a nova regra, esse modelo seria substituído por acordos específicos, o que gerou preocupação entre empresários.
O adiamento da regra do trabalho no comércio em feriados mantém, por ora, o modelo atual, evitando mudanças abruptas.
Por que o governo decidiu adiar a regra
O principal motivo para o adiamento da regra do trabalho no comércio em feriados foi a necessidade de mais diálogo. Representantes do comércio argumentaram que a aplicação imediata poderia gerar fechamento de lojas, redução de jornadas e impacto negativo no faturamento.
O governo reconheceu que a transição exige ajustes e optou por prorrogar o prazo para discutir alternativas que conciliem proteção ao trabalhador e viabilidade econômica.
Pressão do setor produtivo
Entidades empresariais alertaram para o risco de insegurança jurídica, especialmente para redes que atuam em diferentes estados e municípios. A ausência de acordos coletivos poderia inviabilizar o funcionamento em feriados estratégicos.
Esse cenário contribuiu diretamente para o adiamento da regra do trabalho no comércio em feriados.
Impactos para trabalhadores do comércio
Do ponto de vista dos trabalhadores, a regra é vista como uma forma de garantir direitos e compensações mais claras. A exigência de negociação coletiva pode resultar em pagamento adicional, folgas compensatórias e melhores condições de trabalho.
Com o adiamento da regra do trabalho no comércio em feriados, essas garantias ficam temporariamente suspensas, mantendo-se as condições atuais até nova definição.
O papel dos sindicatos
Os sindicatos defendem que a negociação coletiva é essencial para equilibrar a relação entre empregadores e empregados. Para eles, a norma fortalece o diálogo e evita abusos.
Durante o período de adiamento, as entidades pretendem intensificar as negociações e pressionar pela aplicação integral da regra.
Consequências para empresas e consumidores
Para as empresas, o adiamento da regra do trabalho no comércio em feriados representa previsibilidade no curto prazo. Lojas e shoppings podem manter seus horários habituais sem necessidade imediata de novos acordos.
Já para os consumidores, a decisão reduz o risco de fechamento de estabelecimentos em feriados, garantindo acesso a serviços e comércio em datas importantes.
Setores mais afetados
O impacto é maior em segmentos como varejo, supermercados, farmácias e shoppings centers, que concentram grande parte de suas vendas em feriados prolongados.
Esses setores acompanham de perto as discussões sobre o futuro da regra.
O que pode acontecer após os 90 dias
O adiamento da regra do trabalho no comércio em feriados não significa cancelamento definitivo. Ao final do prazo, o governo pode manter a norma, alterá-la ou até revogá-la, dependendo do resultado das negociações.
Especialistas avaliam que uma solução intermediária, com regras mais flexíveis, pode surgir como alternativa.
Cenários possíveis
Entre os cenários discutidos estão a criação de regras diferenciadas por setor, a ampliação do papel das convenções coletivas e a definição de compensações mínimas obrigatórias.
O consenso, porém, ainda parece distante.
Debate sobre direitos trabalhistas e economia
O tema reacende um debate recorrente no Brasil: como equilibrar direitos trabalhistas e dinamismo econômico. O adiamento da regra do trabalho no comércio em feriados evidencia essa tensão entre proteção social e liberdade econômica.
Enquanto trabalhadores defendem mais garantias, empresários alertam para os custos e impactos no emprego.
Importância da segurança jurídica
Um dos pontos centrais levantados no debate é a segurança jurídica. Mudanças frequentes nas regras do trabalho podem gerar incertezas e dificultar o planejamento das empresas.
O adiamento busca justamente evitar esse cenário, permitindo uma transição mais organizada.
Confira mais detalhes no site oficial: Ministério do Trabalho e Emprego
Matéria pesquisada por nossos agentes de IA. Redigida e comentada por nossos Editores.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/governo-adia-por-90-dias-regra-sobre-trabalho-no-comercio-em-feriados









